sexta-feira, 19 de junho de 2009

Jogos neuropsicológicos

existe um site que diz apresentar jogos neuropsicológicos...eu achei interessante:http://www.cmi.unb.br/gedarni/jogosneuropsi.html#

quarta-feira, 3 de junho de 2009

sexta-feira, 13 de março de 2009

Agressividade

Algumas pessoas tem dificuldade de compreenderem comportamentos agressivos ou demonstram suas emoções de forma agressiva. É relevante dizer que a agressividade tem em seu primeiro principio um negócio chamado: intencionalidade. Em outras palavras, sem intenção não há agressividade. Logo, se eu falo em uma turma de forma diferente e um colega observa e diz: você foi agressiva e minha intenção não era essa, então eu não fui agressiva, simples assim. Um exemplo mais corriqueiro é um comportamento de pisar o pé de alguém, se alguém pisa no seu pé é um comportamento agressivo, mas se a pessoa pede desculpa e você percebe claramente que ela não tinha intenção não foi agressivo.
e você já consegue saber quando um comportamento é ou não agressivo?

quinta-feira, 5 de março de 2009

Sala de Ludoterapia



A sala ainda está sendo montada, mas já dá para ter idéia de como vai ficar daqui a um tempinho. Daqui a um ano faço um novo video para compararmos :)


A sala de ludo não precisa ser grande, nem ter uma quantidade exorbitante de brinquedos como nas lojas, os tipos de brinquedos tambem sao diferentes, pena que nao gravei o sextao de fantasias... vocês iriam adorar, mas fica para o próximo.

Alexitimia

Quando as crianças tem por volta de 4 anos de idade elas já são capazes de reconhecer sentimentos de raiva, tristeza ou alegria pelos movimentos corporais e também com o tempo já podem compreender que as pessoas podem estar triste por coisas que já aconteceram e não por motivos presentes.

E quando tem 8 anos já conseguem entender que as pessoas podem sentir sentimentos diferente em uma mesma situação. Mais um exemplo: há três meninas em sala de aula, Aninha, Maria e Joaninha. A professora diz: Maria e Joaninha no final da aula quero falar com vocês. Maria fica super feliz e Joaninha começa a chorar. Maria espera ganhar um presente e Joaninha espera ganhar uma bronca. Enquanto isso acontece Aninha entende que elas duas podem reagir diferentes porque seus contextos são diferentes. Não. Na verdade acho que uma criança de oito anos não entenda porque uma chora e outra ri nessa situação, mas aposto que você entendeu. Uma criança de oito anos entende que quando Joãozinho sai pra passear com seu cachorro e algumas pessoas se assustam e outras se aproximam, umas ficam com medo e outras ficam felizes ao ver seu cachorro.

Hum.... por quê sentimos? Por que ficamos tristes? Por que é que dói? Por que os sentimentos tristes doem? É comum sentirmos com o corpo e quando temos medo sentimos aquele frio na barriga. Sabe aquele frio na barriga bem parecido com o que sinto agora. Também sentimos “uma coisa aqui no peito”, “uma garganta intalada”, pois é nós sentimos as emoções. Mas por quê? Por que ficamos tristes? O que pode causar sofrimento? O que pode causar alegria? Discutir sobre as causas das emoções desde cedo ajuda as crianças a terem uma compreensão precoce de emoções conflituosas já a partir dos seis anos.

Algumas pessoas, no entanto não conseguem falar sobre o que sentem, elas possuem uma espécie de dificuldade para identificarem ou reconhecer suas emoções. Essas pessoas perderam esse contato consigo mesmas. Logo, como sabemos o que sentimos (emoções) e o que sentimos no corpo (doença física, ex) estão obviamente ligados pela psicossomática. Essa ausência de competência para regulação afetiva dá-se o nome de Alexitimia.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Quem gosta de criança GOSTA DE CRIANÇA!

Para os curiosos...um pouco mais de meu consultorio


Para os curiosos e amigos de plantão ai vai mais uma fotinha de meu espaço. As maletinhas sao bem praticas e contem todo tipo de material de artes que voces poderem imaginar. Jogos, livrinhos e instrumentos musicais tambem fazem parte desse espaço. Eu nao sigo nenhum tipo de organizaçao como indicam as construçoes de brinquedotecas, (minha sala NÃO É uma brinquedoteca),porém gosto de manter as fantasias , perucas, oculos e aderescos em lugar especifico. Adoro a mesa embora quase nunca use, pois prefiro trabalhar no chão.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

um pouco mais de emoção :)



Mas continuando a construção de nossas emoções...quando alguma coisa te faz mal o que você faz? Quer dizer desde o primeiro ano de vida aprendemos a nos afastar das coisas ou situações que nos machucam, mas algumas pessoas não se afastam. Será que elas não aprenderam? Será que aconteceu alguma coisa que impediu essa aprendizagem? Quando as crianças vão crescendo e vão aprendendo a dizer estou chateada, estou com raiva ou triste com seus pais e colegas essas interações vão ajudando que elas mesmas regulem suas emoções. Mas algumas crianças, como trás Oklander (1980) não sabem reconhecer ou regular suas emoções. Algumas delas possuem falhas em sua percepção. Então se mal conseguem perceber o mundo como podem reagir a ele de forma coerente? Vamos pensar: para que eu possa compreender a emoção na face de outra pessoa todo um sistema de reconhecimento no meu cérebro deve ser acionado envolvendo os meus cinco sentidos, a minha memória, isso também inclui um bom conhecimento das regras emocionais que varia de cultura pra cultura, de família pra família, de classe social, ou seja depende muito do contexto, depende também das minhas referencias sociais. Uma criança que tem liberdade para falar como se sente e conversa sobre sentimentos com alguém com certeza terá melhor êxito no reconhecimento das emoções externas e internas nas suas relações. Isso me leva a pensar que saber expressar suas emoções é tão importante quanto reconhecer essas emoções nas relações interpessoais, mas será que elas estão diretamente relacionadas? Quando as crianças não conseguem compreender suas emoções isso causa sofrimento porque parte delas fica sem poder se comunicar no mundo. Sentir e não conseguir falar sobre o que se sente deve ser realmente algo desesperador.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

1 Congresso Brasileiro de Ludodiagnóstico



http://www.eppa.com.br/congresso_ludodiagnostico/Default.htm

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Estoria coletivas


As estorias coletivas (estoria com E mesmo porque sao criadas Historia diz respeito a fato historicos, ok?)sao sempre faceis de fazer e vc pode usar pra qualquer tema. Nao precisa muito, mas é imortante ter uma caixinha ludica ou como prefio chamar "uma caixinha mágica'. Vc já tem? Elá é totalmente facil de montar: vc precisa de Uma familia de pano, um ou dois fantoches, bolsinhas, telefones, jogos, bonequinhos etc). Instrumentos musicais nao podem faltar. Pandeirinhos, xilofones, violoes, flautas, apitos tudo que sua criatividade permitir. entao pode pedir pra eles pegarem cada um brinquedo que se identifique, vamos supor que voce queira trabalhar os sentimentos deles sobre o trabalho infantil(ex) deixa ele bricarem livremente com os brinquedos por um certo tempo pois geralmente ficam euforicos, depois vc pode direcionar a brincadeira dizendo por exemplo: agora a gente vai criar uma historia com todos esses brinquedos e todo mundo vai ajudar. Era uma vez um menino que gostava de... ele trabalhava na... e nao tinha tempo pra brincar porque ... estimula mas nao dá as respostas, lembre-se de nao direcionar as respostas só a brincadeira, lembra de apresentar as regras antes de apresentar os brinquedos pq se "o contrato" entre vcs nao ficar em estabelecido a intervençao vai pro buraco.
outro fato importante é trabalhar com instrumentos musicais nessa historia aqueles que ficam com os instrumentos podem ser solicitados a tocar de forma que represente o que sentimento da historia representa ou pode convida-los a fazer a trilha sonora da historia (eles adoram) e alguns até fazem musica com isso

boa sorte!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Idéias criativas pra quem tem pouca grana :)


Enfim encontrei uma casa adequada pra quem tem pouca grana e muita criatividade. Uma casa de madeira trabalhada custa a bagatela de 800 reiais, pode? Não pode. Essa casinha custa em média 140 reais já com os moveis é bem mais simples, mas serve pro mesmo proposito. Infelizmente só encontrei branca com detalhes em rosa. O que os meninos vao achar disso???



Bom mas antes uma casa rosa, do que nenhuma casa e alem do mais podemos pintar essa casa daqui a pouco tempo e ela poderá ter a cor que quiser... até porque nao acredito que ele permaneça branquinha assim por muito tempo :) Afinal mãos cheias de tintas e dedos adoram o branco.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Enfim vencer

DO DESENVOLVIMENTO A EMOÇÃO

O que você está sentindo agora? Será que está triste? Apreensiva? Feliz? Desde quando você sabe que pode sentir? Como será que isso acontece nas crianças? Desde muito pequenos os bebes são seres emocionais (além de emocionantes). Será que somos habilmente capazes de reconhecer emoções dos outros e das crianças? Por exemplo quando um bebe nasce ela já expressa emoções de interesse, nojo, dor e contentamento. Lá por volta dos três anos as crianças aprendem duas emoções que vão ser decisivas durante suas vidas: o orgulho e a vergonha. Imagine que uma criancinha descubra que sente vergonha e imagine também que sua mãe acentua esse sentimento com criticas severas ao seu comportamento. Bem há grandes chances dessa criança no futuro se tornar alguém bastante inseguro. As crianças pequenas esperam sempre uma avaliação de um adulto presente para saberem se o que fez foi certo ou errado.
Explicando melhor, você já deve ter visto alguma criança que insiste em mexer num jarro de vidro que não poderia e quando você diz: Não! Ele se afasta e olha pra você. Se você ri ele vai e pega novamente o jarro e espera sua reação. E ele pode ficar ali brincando com você de pegar o objeto e vê sua reação por muito tempo até que o jarro cai e o assusta ou você perde a paciência. De certa maneira desde bebês, nós, com nossas caras e bocas, demonstramos para os outros nossas emoções e com caras e bocas (expressões faciais) também ensinamos aos pequenos.
Mas continuando a construção de nossas emoções...quando alguma coisa te faz mal o que você faz? Quer dizer desde o primeiro ano de vida aprendemos a nos afastar das coisas ou situações que nos machucam, mas algumas pessoas não se afastam. Será que elas não aprenderam? Será que aconteceu alguma coisa que impediu essa aprendizagem? Quando as crianças vão crescendo e vão aprendendo a dizer estou chateada, estou com raiva ou triste com seus pais e colegas essas interações vão ajudando que elas mesmas regulem suas emoções. Mas algumas crianças, como trás Oklander (1980) não sabem reconhecer ou regular suas emoções. Algumas delas possuem falhas em sua percepção. Então se mal conseguem perceber o mundo como podem reagir a ele de forma coerente? Vamos pensar: para que eu possa compreender a emoção na face de outra pessoa todo um sistema de reconhecimento no meu cérebro deve ser acionado envolvendo os meus cinco sentidos, a minha memória, isso também inclui um bom conhecimento das regras emocionais que varia de cultura pra cultura, de família pra família, de classe social, ou seja depende muito do contexto, depende também das minhas referencias sociais. Uma criança que tem liberdade para falar como se sente e conversa sobre sentimentos com alguém com certeza terá melhor êxito no reconhecimento das emoções externas e internas nas suas relações. Isso me leva a pensar que saber expressar suas emoções é tão importante quanto reconhecer essas emoções nas relações interpessoais, mas será que elas estão diretamente relacionadas? Quando as crianças não conseguem compreender suas emoções isso causa sofrimento porque parte delas fica sem poder se comunicar no mundo. Sentir e não conseguir falar sobre o que se sente deve ser realmente algo desesperador.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

De algumas teorias...

Freud, com certeza, foi pioneiro descrevendo e fazendo seus estudos de caso sobre crianças. Pare ele o desenvolvimento se dá através de estágios psicossexuais (oral, anal, fálica, latência e genital) e daí vem a Teoria Psicossexual de Freud. A psicanálise teve muita influencia na forma de perceber o desenvolvimento, mas nem todos os seguidores de Freud concordaram plenamente com ele como Erik Erikson (Teoria psicossocial) .


Para Erikson o desenvolvimento sofre influencias ambientais onde o ego é juiz do id e do superego nas oito crises da vida (confiança básica versus desconfiança, autonomia ou vergonha, iniciativa ou culpa, produtividade ou inferioridade, identidade, intimidade ou isolamento, generatividade ou estagnação, integridade do ego ou desesperança). Contrapondo-se a psicanálise surgiu a Teoria da Aprendizagem.


Inicialmente o comportamento tomou o foco e encontramos brilhantes teóricos como Watson e Skinner (Behaviorismo). Bandura vem dizer que a forma como Skinner trata a aprendizagem é interessante para animais, mas que seres humanos trazem em si expectativas sobre suas ações e aprendem através da observação (Teoria Sociocognitiva).


A visão Cognitiva desenvolvimental apresenta inicialmente Piaget com a seqüência invariante de desenvolvimento (períodos: sensório motor, pré operatório, operatório concreto e formal). O sujeito aprende através de esquemas de desequilíbrio, assimilação e acomodação em um ciclo constante.


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

quem sabe a emoção é quem faz suas descobertas...

As emoções, segundo Vygostsky, estão ligadas intrinsecamente as palavras. Assim como o pensamento e a linguagem para ele são construtos sociais as emoções também tem sua parcela. Quando sentimos as emoções nós estamos pensando sobre algo que nos deixa felizes ou tristes e quando expressamos nossas emoções estamos utilizando de linguagem.
As crianças não são boas e não são más, são apenas pessoas. Mas quando se olha uma criança o que se vê? Será sua ansiedade? Seus gritos? Será que se vê realmente o que ela está sentindo ou apenas acha-se que por ela ser criança precisa daquilo que você acha que é o certo, ou melhor, pra ela? Uma vez me disseram que crescer dói, mas alguém já se perguntou o que é crescer? Será que realmente sabemos? Sabemos dizer por que uma criança se cobra tanto a ponto de quebrar seus dentes de tanta ansiedade? Sabemos dizer a outra porque seus pais se foram e a deixaram aqui? Será que saberíamos dizer para uma menina de sete anos o porquê dela não ter uma perna e dizer que não tem problema se ela quiser chorar por isso? “Como você se sentiria?” Há todas essas perguntas eu também não tenho respostas, mas nas próximas linhas espero poder descrever como as encontrei e como nós nos desenvolvemos e aprendemos juntas.
Para uma criança se desenvolver de forma positiva (desenvolvimento normativo), ou seja, se transformar continuamente, na nossa sociedade ela precisa de um contexto favorecedor com vários fatores protetivos, como a consciência de quem ela é, percebe e sente. Ela precisa usar uma linguagem, precisa ter comportamentos que não a façam sofrer, precisam saber lidar com regras e limites (desenvolvimento ideográfico). Embora eu não seja [1]desenvolvimentalista tentarei explicar as mudanças observadas durante o processo de aprendizagem no qual estou inserida.

[1] Desenvolvimentalista: cientista do desenvolvimento que descreve, explica e busca novas formas de favorecer o desenvolvimento. Ele explica o desenvolvimento através das mudanças observadas ao longo do tempo explicando porque algumas pessoas seguem padrões normativos e outras não. (acho que é isso.)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Às crianças

Brincar contigo me deixa mais forte
Teu sorriso é alegria de meu dia
Tuas histórias, tuas poesias
São meu talismã, minha sorte.

As lagrimas que vinham sem querer
A saudade que não queria passar
A música preferida
Tua voz a me chamar.

Os sete melhores
Os sete maiores sonhos que já conheci
Da ansiedade da tua palavra
Nos traços trocados da dor
Dos gestos sempre repetidos
Num coração que se apaixonou

Duas flores abandonadas
No jardim do crescimento
Enquanto os brinquedos se espalham
Os fantoches fazem seu lamento

Sete historias, sete corações
Varias canções e uma banda inteira.
Roda gigante do mundo nos leva pra outro lugar.
Roda gigante do mundo ajuda o tempo a passar.
Roda gigante do mundo roda, roda sem parar.

E lá se vai o tempo...